Do meu amigo André Carvalho, tricolor das Laranjeiras: “Trabalhava no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e almoçava muito ali no centro da cidade. Um dia fui almoçar em um restaurante localizado na rua da Quitanda com um amigo do tribunal. Depois do almoço gostávamos de tomar um cafezinho em um bar localizado na esquina da Quitanda com rua da Assembleia. De repente, ouvimos uma pessoa ao lado falando bem alto e pedindo uma dose de “Samba” no capricho. Quando olhamos para o lado era o Garrincha. Ele gostava de tomar cachaça com Coca-Cola, o popular “Samba” como é chamado pelo carioca. Notamos nitidamente que o gênio das pernas tortas estava bastante debilitado. Dois dias depois, em janeiro de 1983, veio a notícia que ele havia falecido. Eu e meu amigo nunca tínhamos visto o Garrincha pessoalmente, exceto nos jogos no Maracanã e nos noticiários esportivos. O pais parou e eu e meu amigo, lamentavelmente, presenciamos os últimos momento de vida de um dos maiores craques de bola do futebol mundial.
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