Meus avós maternos – Ary Flores e Nair Dias Passos – se casaram sob o regime de comunhão de bens em Pirai no dia 4 de outubro de 1928.O juiz de paz foi Alfredo Antonio da Silva, o escrivão Mario da Cunha Bahia e as testemunhas Irineu Rodrigues da Cunha e Alfredo Barbosa Simões. Ary nasceu em Pirai em 3 de maio de 1905. Na data do casamento estava com 23 anos. Oficial de barbeiro, era filho de Manoel Garcia Flores e Eduvirges Nunes do Nascimento. Já minha avó, doméstica, nasceu em Salto das Lajes, em Pirai, no dia 1 de novembro de 1913, filha de Adelino Dias Passos, nascido em Portugal, e de Margarida da Conceiçao Passos, tinha 14 anos. Um mês após o casamento ela completou 15 anos. Seus avos paternos eram Manoel Alves e Maria de Jesus Polida. Os avós maternos Anna Zeferina da Conceiçao. Ary e Nair tiveram três filhos, Cirene Passos Flores, Cely (minha mãe) e Celmo Passos Flores. Cirene não tenho a data de nascimento. Minha mãe Cely nasceu em 19 de abril de 1931, vindo a falecer no dia 13 de junho de 2020, no hospital Quinta D’Or, na Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro. Celmo nasceu no dia 05 de agosto de 1932. Faleceu no hospital regional Dra Zilda Arns, em Volta Redonda, de acidente vascular encefálico, no dia 31 de março de 2024, aos 91 anos.
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