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Quase 10 anos sem Tom Eisenlohr

No dia 17 de novembro de 2017 perdia um grande amigo e um competente publicitário, Tom Eisenlohr. Consultor de marketing político, Tom integrou as equipes que levaram Tancredo Neves a vencer a disputa eleitoral no Congresso Nacional para presidente da República contra Paulo Maluf no dia 15 de janeiro de 1985. Ele participou também da equipe de campanha para o governo de São Paulo do saudoso Mário Covas. Tom tinha um amor profundo pela cidade de Campos do Jordão, na serra paulista. Cheguei a visita-lo em sua casa. O visual era maravilhoso. Naquela época ele me disse que sua intenção era construir um hotel naquele espaço. Tom morreu em Campos do Jordão onde havia fixado residência após viver muitos anos em São Paulo e Brasília.
Campos do Jordão, onde meu saudoso amigo Tom escolheu para viver até falecer, é um município brasileiro localizado no interior do estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira; faz parte da recém-criada Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, sub-região 2 de Taubaté.A cidade fica à altitude de 1 628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro, considerando a altitude da sede. Sua população estimada, em 2014, era de 50 541 habitantes. Distante 173 km da cidade de São Paulo, 350 km do Rio de Janeiro e 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.
Em 29 de abril de 1874, Mateus da Costa Pinto adquiriu alguns lotes à beira do Rio Imbiri e a data passou a ser considerada a data oficial de fundação do município. Em 1934, Campos do Jordão emancipou-se de São Bento do Sapucaí e a partir da década de 1950, a cidade passou a se consolidar como um dos principais destinos de inverno do Brasil. Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo governo paulista.
Com a inauguração da Estrada de Ferro Campos do Jordão em 1914, graças ao empenho dos médicos sanitaristas Emilio Ribas e Victor Godinho, foi possível o acesso ao alto da Serra para tratamento da tuberculose, o que até então era feito somente a pé, a cavalo ou a bordo das liteiras e banguês.
Com o desenvolvimento da penicilina, a partir da década de 1960 o tratamento contra a tuberculose passou a ser facilitado, o que permitiu a Campos do Jordão investir naquela quem seria sua natural vocação: o turismo. A inauguração do Palácio Boa Vista, em 1964, e do Festival de Inverno de Música Clássica, em 1970, a cidade passou a ser considerada referência no turismo de inverno no Brasil, posição que mantém até hoje, graças à sua cultura, gastronomia, tradição hospitaleira e suas incomparáveis belezas naturais, além do clima, considerado o melhor do mundo no Congresso de Climatologia de Paris, em 1957. A partir do final do século XIX, a região adquiriu a fama de ser um local indicado para o tratamento de doenças do pulmão, devido a seu excelente clima. Nas décadas de 1920 e 1930, começaram a ser construídos os primeiros sanatórios, dedicados ao tratamento de doenças pulmonares. Em 1934, Campos do Jordão emancipou-se de São Bento do Sapucaí. A partir da década de 1950, o avanço da medicina fez com que a tuberculose deixasse de ser uma doença tão perigosa. Com isso, a cidade passou a desenvolver o turismo. Atualmente, é um dos principais destinos de inverno do Brasil.
É o município com a sede administrativa mais elevada do país, atingindo 1 628 metros acima do nível do mar, onde está localizada a prefeitura da cidade, e que pode variar para mais de 2 000 metros nos arredores do município. Está localizado no maciço da Serra da Mantiqueira, uma das mais elevadas cadeias de montanhas do Brasil. Possui uma área de 289,5 km². É constantemente visitado por turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior, que vão à localidade para aproveitar do clima de inverno. (com colaboração do site da prefeitura)

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