blogdotamanini

Desde 02 de outubro de 2019
  • Home
  • Quem sou eu
  • Origem do meu nome
  • Histórias
  • Álbum
  • Agradecimento
  • Momento de emoção
  • Contato
blogdotamanini
  • Home
  • Histórias
  • Minha ligação com o estado de Pernambuco

Minha ligação com o estado de Pernambuco

Minha ligação com o estado de Pernambuco: minha primeira viagem de avião foi realizada quando tinha 15 anos do Rio de Janeiro para Recife, a convite do então coronel Agostinho Cesar Perlingeiro Perissé, piloto da FAB e amigo e cliente do meu saudoso pai, Waldemar Henrique Tamanini. Viajei em um avião Avro do Rio para Salvador e dali para Recife. O trajeto de volta foi o mesmo. O coronel Perisse era pai da atriz Heloisa Perisse. Ela, inclusive, bem mais nova do que eu, estava a bordo ( tenha uma foto na minha coleção). Ficamos hospedados na Base Aérea de Recife. Lembro na primeira tentativa de decolagem no antigo aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, o Avro apresentou defeito e só conseguimos embarcar no dia seguinte.
O tempo passou. Mudei para Brasília e comecei a minha vida profissional de repórter em maio de 1976. Em 1980, cobria as atividades do Palácio do Planalto para a extinta EBN. Na equipe trabalhava a excelente repórter pernambucana Marisa Gibson e na sucursal de Recife da empresa, a Daise Arrais. Simultaneamente, consegui um “bico” de correspondente em Brasília na rádio Olinda. A grana era curta mas ajudou muito no dia a dia da faminha familia. Como repórter, fiz inúmeras viagens para todo o estado de Pernambuco, não apenas para Recife. Uma dessas viagens foi para cobrir o enterro do senador Marcos Freire, vitima de acidente aéreo, em setembro de 1987, no sul do Pará.
Depois, em Brasília, trabalhei junto com o meu dileto amigo, natural de Afogados da Ingazeira, o brilhante repórter Magno Martins na Fundação Projeto Rondon e Funai na gestão do Romero Jucá e do Silvio Amorim, ambos pernambucanos. Foi o primeiro emprego do Magno quando desembarcou na capital da República. Magno era o assessor de imprensa e eu editava o jornal mensal da entidade. Nos longos anos de cobertura do Palácio do Planalto conheci uma figura incrível, o repórter cearense da sucursal de O Globo em Brasília e casado com uma pernambuca na, o saudoso Antonio Arrais. Ficamos super amigos. Foi o repórter mais mal humorado que conheci. Quando deixei o TSE para assessorar o saudoso ministro Sepúlveda Pertence no STF, deixei o Arrais – diga-se de passagem, um repórter de primeira linha – no meu lugar. Depois, indiquei o Arrais para ser assessor de imprensa na Procuradoria-Geral da República na gestão do pernambucano Geraldo Brindeiro. Por inúmeras vezes almocei com o Arrais no restaurante Francisco, na 502 sul. Ele pedia todo dia ( e não enjoava) bife com batata frita e salada. Uma pena que tenha nos deixodo tão cedo. Morreu em 16 de setembro de 2010.
Por fim, quando era assessor de imprensa do Conselho Federal da OAB tive o prazer de trabalhar com uma grande figura oriunda de Pernambuco, a Ligia Jurema. Ela era a secretária do saudoso Reginaldo Oscar de Castro. Eu e Ligia somos amigos até hoje. Se ela autorizar um dia eu conto a história da caixinha (rsrsrs)
Tenho um amigo desde 1973 que foi jogador do Fluminense, Flamengo e Santa Cruz de Recife, o Zé Roberto. Outro amigo é o pernambucano Igor Baima mas que trabalha na OAB sergipana há longos anos.

Compartilhe0
História anterior
O bico na canela do Alan Marques
blogdotamanini
FacebookTwitterInstagramEmail
@2019 Todos os direitos reservados
  • Home
  • Direito Global
  • Histórias
  • Álbum
blogdotamanini
FacebookTwitterInstagramEmail
  • Home
  • Quem sou eu
  • Origem do meu nome
  • Histórias
  • Álbum
  • Agradecimento
  • Momento de emoção
  • Contato