Durante a minha carreira de jornalista (iniciada em maio de 1976 no jornal Correio Braziliense) tive a oportunidade de assessorar presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da melhor qualidade profissional: Reginaldo Oscar de Castro, Roberto Busato, Cezar Britto e Ophir Cavalcante. A OAB era diferente. Muito diferente. Bons tempos !!!!
Segue comentário de Marcella Castro, filha do saudoso Reginaldo Oscar de Castro:
“O mundo mudou demais, não existe mais essa questão dos grandes feitos, de homens que traçam uma trajetória, que construam um legado. Tudo descartável, passageiro, raso, vulgar. O STF, futuramente, não será mais um templo sagrado de homens com “notável saber jurídico”. Tudo está sendo redesenhado para uma dinâmica frágil, interesses políticos e pouca ou nenhuma densidade. Fazendo um paralelo com a “Ordem” dos Advogados do Brasil, como diria Caetano, alguma coisa está fora da ordem, fora da nova “Ordem” mundial. Está tudo fora de lugar. Fico pensando no futuro dos meus filhos e seus netos. Mas vai dar certo, de alguma forma”.
