No período em que eu e o Antonio Carlos Campos, o popular Bininha, fomos assessores do presidente do STJ, ministro Paulo Costa Leite apelidamos um funcionário da casa de “Judiciário”. Ele era encarregado de levar para a assessoria de imprensa os principais jornais, como Correio Braziliense, Jornal de Brasília, O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo logo após o início do expediente. Por que “Judiciário”? Simples: diariamente ele entrava bem cedo na assessoria de imprensa com uma lentidão que chamava atenção de todos. Todos os dias eu e Bininha nos divertíamos muito com a cena.;
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