Meu primeiro amigo de Brasilia, o advogado valenciano (nasceu há 69 anos em Valença, no Rio de Janeiro) e depois rumou com os pais para a capital federal Angelo Tabet, morador da 115 sul, e o saudoso cantor, compositor e poeta carioca do Leblon, Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza, não se conheceram pessoalmente mas tem uma história muito engraçada na juventude.
Na minha festa de formatura em Comunicação em uma tarde/noite, de um sábado, no auditório da piscina coberta (ao do Ginásio de Esportes Nilson Nelson, na época Presidente Médici, meu grande amigo Tabet saiu direto da piscina do Iate Clube para o local da festa. Para não chegar atrasado ele nem trocou de roupa. Todos na festa estavam de terno e gravata. Ele chegou e veio me cumprimentar de short e camiseta (tenho foto no meu arquivo do momento histórico).
Já o famoso Cazuza foi padrinho de casamento do seu grande amigo , o também cantor e compositor Nico Rezende, autor da música Fulgáz. Cazuza virou à noite no Baixo Leblon e às 9 horas da manha e chegou virado na igreja para o primeiro casamento do Nico ,mas vestido de bermuda. O padre era super gente boa disse, às gargalhadas: “cara eu sou muito tranquilo mas de bermuda não vai rolar, não tem como você ficar de bermuda no altar. A solução foi levar o Cazuza em casa, ele morava na praça do Jockey, na Gávea, onde trocou a bermuda por uma calça jeans. Cazuza deu de presente para o Nico a festa de casamento. Foi à noite no mesmo dia no apartamento dele. Foi a festa mais louca que você possa imaginar, disse Nico. Estavam presentes meu pai, minha mãe, meus irmãos e demais membros da família, além dos convidados. Poucos sabiam que era uma festa de casamento. Pensavam que era uma festa de aniversário, uma vez que o dono do apartamento dava festas direto. Rolou de tudo
