Nunca imaginei nos meus 50 anos de jornalismo – iniciado em 11 de maio de 1976 no Correio Braziliense – ver o Supremo Tribunal Federal (STF) com esse grau máximo de desprestígio junto ao mundo jurídico e à população. Para um profissional como eu que assessorou ministros-presidentes do quilate de Francisco Rezek, Sepúlveda Pertence, Nery da Silveira, Carlos Velloso e Sydney Sanches é muito difícil de digerir”.
