Por Juliano Basile
“Pessoal, o meu pai foi preso três vezes de maneira injusta pela ditadura. E na sua última prisão a minha mãe que era a namorada dele entrou em pânico quando completou mais de cem dias sem vê-lo e pediu ao seu pai que era coronel do exercício para ajudar a soltá-lo. O seu pai fez essa ajuda, mas pediu a ela para terminar o namoro. Minha mãe disse que faria isso pela vida dele. Assim, meu pai foi solto. E quando ouviu que estava com o namoro terminado disse que agora ele seria marido da minha mãe. Com base nisso foi assim que os meus pais casaram e que eu e os meus irmãos só ganhamos um sobrenome. Diante disso será um prazer assistir o filme “Honestino” hoje em Brasília”.
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