blogdotamanini

Desde 02 de outubro de 2019
  • Home
  • Quem sou eu
  • Origem do meu nome
  • Histórias
  • Álbum
  • Agradecimento
  • Momento de emoção
  • Contato
blogdotamanini
  • Home
  • Histórias
  • Meu tio Celmo era frentista e ‘peladeiro” ao mesmo tempo

Meu tio Celmo era frentista e ‘peladeiro” ao mesmo tempo

Meu bisavô teve várias atividades em Pirai, onde minha mãe Cely Passos Flores (depois Tamanini) e meu tio Celmo Passos Flores, mais conhecido pelo apelido de “Bagunça”, nasceram. Uma dessas atividades foi a propriedade de um posto de gasolina dentro da cidade de Pirai. Na época a localização das bombas não tinha nenhuma regulamentação. A dele era em frente de casa, no centro de Pirai, na calçada. Sabem quem era o frentista? Meu tio Celmo, na época ainda um garoto órfão e vivia o tempo inteiro jogando bola com os amigos na praça em frente. Por isso, era chamado de “Bagunça”. Toti, casado com a Lea, contava que Rita Lemo (segunda mulher do Adelino Dias Passos), abria a janela de casa e gritava: “Cermo, tem freguês!!! E lá ia o Celmo abastecer o carro do freguês.
Adelino e tia Rita (assim é que a chamavam) se casaram depois que ele ficou viuvo. Tiveram um filho de nome Wanderley. Com a morte de Adelino, tia Rita foi embora de Pirai com o filho. A familia Passos descobriu que Wanderley era funcionário de uma rede de supermercados. O relato é de Jonas Dias Passos: ” Corri atrás de informações sobre ele, mas não obtive sucesso. Descobri o seu telefone e liguei. Quem atendeu foi uma criança que não soube prestar maiores informações. Consegui com muita dificuldade falar com ele mas notei que não era muito receptivo e desviava do assunto que me interessava. Um dia perguntei se não tinha fotos ou documentos do vovô Adelino. Ele foi curto e grosso: prá que você quer? Expliquei o que queria. A resposta veio de bate-pronto: “o Oswaldo, filho do primeiro casamento de Adelino, levou tudo. Nunca mais falou comigo. Fiquei muito triste e estou chorando até hoje”.
Tempos depois, em 1970, eu (Irineu Tamanini) já era nascido e tinha 15 anos o meu pai, Waldemar Henrique Tamanini e o Celmo, irmao da minha mãe, compraram um posto no quilômetro 84 da rodovia Presidente Dutra (que liga o Rio a São Paulo) e deram o nome de Posto Blumenau. Meu pai e minha mãe saiam de carro do Rio de Janeiro e iam para Pirai toda sexta-feira e voltavam no domingo. Dormiamos nas instalações do posto. Tempos depois a Esso se interessou e acabou adquirindo o posto.

Compartilhe0
História anterior
Meu avô materno casou com 23 e minha avó com 14 anos
próxima história
Fundador da ABL e ministro do STF nasceu em Piraí
blogdotamanini
FacebookTwitterInstagramEmail
@2019 Todos os direitos reservados
  • Home
  • Direito Global
  • Histórias
  • Álbum
blogdotamanini
FacebookTwitterInstagramEmail
  • Home
  • Quem sou eu
  • Origem do meu nome
  • Histórias
  • Álbum
  • Agradecimento
  • Momento de emoção
  • Contato