Poucos sabem, mas o ponta-direita do ataque de ouro do Botafogo em 1967/1968, Rogério Hetmanek se formou em Direto, em Filosofia pela PUC do Paraná e Mestre em Filosofia pela PUC paulista. Nascido no Rio de Janeiro, Rogério mora no bairro de Moema na capital paulista onde atua como reverendo da Igreja Messiânica ((IMBB). Desde 2007 e presidente no Brasil da Fundação Moliti Okad, atuando nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, agricultura natural e artes.
O carioca Rogério Hetmanek, nascido no dia 2 de agosto de 1948, ex-ponta-direita do Botafogo do Rio (e um pouquinho do Flamengo e do Santos também no início dos anos 70) e nosso “23º” jogador na Copa de 70, vive em São Paulo (SP), no bairro de Moema, e é reverendo da Igreja Messiânica, a IMBB, exercendo a partir de 2007 o cargo de presidente no Brasil da Fundação Mokiti Okada, que atua nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, agricultura natural e artes.
Na época de jogador profissional integrou um ataque genial do Botafogo: Rogério, Gerson Canhotinha, Roberto, Jairzinho e Paulo Cezar Caju. Todos foram campeões do mundo da Copa de 70 no México, exceto Rogério que foi cortado antes do prazo final para as inscrições dos jogadores para a Copa do Mundo de 1970, no México. Contundido, Rogério foi cortado por Zagallo e em seu lugar foi chamado o novato goleiro Emerson Leão, atendendo a pedidos de Félix, titular, e Ado, segundo goleiro. Muito querido, o ponta do Botafogo foi convidado a permanecer na delegação e funcionou como “olheiro” de outros jogos da Copa, ao lado de Carlos Alberto Parreira.
Antes, Rogério era ministro da Igreja Messiânica no Rio de Janeiro, na Rua Xavier da Silveira, em Copacabana. Ele entrou para a igreja ao perder um filho com apenas cinco dias de vida. Entre seus principais títulos como jogador estão os de campeão da Taça Brasil de 1968 e bicampeão carioca (1967 e 68) pelo Glorioso e campeão carioca de 1972 pelo Flamengo.
